O Consumo de Crack é uma Questão para a Rede de Saúde Mental

Autores

  • Aline Godoy
  • Heitor Martins Pasquim
  • Marcel Segalla Bueno Arruda

Palavras-chave:

Drogas, Saúde Mental, Consumo, Brasil

Resumo

Atualmente, vivem-se conflitos no Brasil em que governos, em todas as esferas e não só na saúde, decidem pela internação de consumidores de crack como política pública massificada e materializada pelo poder judiciário. A medida é tomada em esquemas pontuais de urgência, com pouco respaldo técnico ou de planejamento e em instituições, como as comunidades terapêuticas (CT), que, em sua grande maioria, estão fora do Sistema Único de Saúde (SUS), sem qualquer fiscalização por parte da Agência Nacional de Vigilância à Saúde (ANVISA).

Biografia do Autor

Aline Godoy

Terapeuta Ocupacional. Mestranda em Cuidados em Saúde (USP).

Heitor Martins Pasquim

Professor de Educação Física. Doutorando em Cuidados em Saúde (USP).

Marcel Segalla Bueno Arruda

Professor de Educação Física. Mestrando em Cuidados em Saúde (USP).

Publicado

2022-06-28

Como Citar

Godoy, A., Martins Pasquim, H., & Arruda, M. S. B. (2022). O Consumo de Crack é uma Questão para a Rede de Saúde Mental. Revista Posição, 1(03), 12–17. Recuperado de https://redelp.net/index.php/pos/article/view/22